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14/11/2016
a·nal·fa·be·to |é|

substantivo masculino

3. Que é muito ignorante.…….

sobre

analfabetismo visual

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fonte: Cinema Secreto: Cinegnose/Revista Fórum

Eu só acredito se você me mostrar a balança que pesou

25/09/2016

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Era 1981, tinha uns 11 anos, havia lido em alguma revista sobre Mário Schenberg e fiquei fascinado com ele. O cara tinha trocado correspondência com Einstein e a ciência me parecia um universo fantástico. Comecei a ler várias coisas sobre o assunto na biblioteca pública da cidade e o que mais me impressionou foi não somente saber, mas ler sobre o peso do Planeta e compreender aquela informação. No dia seguinte, na aula, falei pra uma professora: “a senhora sabia que os cientistas descobriram o peso da Terra?” e disse lá quanto que era. A resposta que recebi foi aquela ali de cima.
Esse é o tipo de professor que vai ter vez no sistema educacional implementado por Temer.

os caminhos

21/09/2016

live

trilhar os caminhos da vida.

abrir o coração e a mente para o novo que se apresenta, ou o de mesmo que se vê com outros olhos.

Os 7 Princípios Fundamentais da Huna

uma parada havaiana de se encarar a jornada.

muito show

pra ouvir boa muzga

13/09/2016

se tu tens conexão de boas, vê aí esse site da Rússia [duvido que seja NA Rússia] que oferece muzga de primeira on line. Não faz download, mas sinceramente download é um lance que só não perdeu o sentido em países como o Brasil, no qual a internet ainda é patrimônio e não um direito.

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https://musicmp3.ru/artist_chet-baker__album_embraceable-you.html#.V9gbyq3-V6I

ps.: o link já vai direito pra um disco de chet baker porque ele é fodão [e tem filme-biografia sobre ele estreando por aí]

12 das mulheres mais influentes da internet

22/06/2016

por Natali Macedo

fonte: Diário do Centro Mundo

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Djamila Ribeiro

Lista muito show com o que o título já diz: 12 das mulheres mais influentes da internet.

Conhecia quase todas e passei a conhecer as demais, e algumas delas passei a acompanhar as postagens. Muito show.

Vai nascer

25/02/2016

A iminência de se ver um filho nascer sempre me chegou como uma névoa. Tive a oportunidade de ser tio de mais de uma dezena de filhos e filhas e ouvi as mais variadas opiniões sobre ‘o como’ foi, para as mães e pais, a experiência. Algumas positivas, outras nem tanto [estou falando da situação, e não do sentimento dessas pessoas, fique bem claro]. Mas todas as falas foram de uma surpresa, de ‘como’ ter visto a ‘carinha’ da cria pela primeira vez desfez todo o incômodo [pois que isso é tema unânime] e por aí vai [e foi].

Eu roo unhas. As minhas. E na oportunidade de meu filho nascer não restava nada para aplacar minha ansiedade. Minha companheira estava vivendo a experiência dela. Eu, que só posso falar por mim [e muito mal], estava bem mais preocupado com a completa falta do desespero tão alardeado e proclamado por tantos pais. Estava ansioso, sim, mas intranquilamente tranquilo. Tanto que em algum momento tive que decidir não esperar pelo desespero e curtir o momento de minha maneira.

Chegamos à maternidade passava da meia noite de carnaval. Sem música, sem barulho de nada de festa, sem ninguém nas imediações senão somente nós, os trabalhadores noturnos, familiares e padrinhos. Tudo tranquilo. Terminados os primeiros atendimentos e encaminhados [como fomos] para repouso em casa [dos padrinhos, pois que moramos em cidade distinta da maternidade], aguardamos o que tivesse de ser. Após algumas horas de sono decidimos retornar ao hospital para averiguação de rotina e, para nossa surpresa, lá permanecemos em definitivo até a hora do parto.

Em nenhum momento tive a iluminação do descontrole, da vontade de desmaiar e do frenesi de ir ao berçário fazer a festa com o primeiro babe que visse e achasse ‘a cara do pai’ [todo bebê é a cara do pai, do dele]. Chorar eu chorei. E muito. Naquela noite de quarta-feira de cinzas eu chorei convulsivamente no recolhimento do quarto de dormir, agradecido por tudo ter transcorrido bem. Tinha [como tenho agora] a convicção de termos recebido o acolhimento de tanta gente querida neste e no plano espiritual. Por isso estive tão em paz para me tornar digno de ser um dos guardiões temporários de uma vida preciosa.

doutrina espírita

30/11/2015

Estou finalmente lendo o livro A História do Espiritismo, escrito por Arthur Conan Doyle [espírita e autor do famoso personagem Sherlock Holmes] e estou sinceramente espantado de como essa obra pedagógica permanece praticamente desconhecida.

a historia do espiritismoOs relatos apresentados e fartamente documentados [material esse produzido por personalidades importantíssimas na Ciência] sobre o imenso volume de manifestações espíritas de meados do século XIX, além de pequenas biografias de excepcionais médiuns de vários países, nos dá a dimensão de como esse assunto foi deliberadamente invisibilizado.

E quando se sabe que esse livro foi escrito em 1926 é de lamentar ainda mais a completa ignorância na qual a Grande Imprensa [essa dominada pelas religiões politicamente já estabelecidas e hegemônicas, com interesses vários além da fé] diligentemente manteve e mantém a massa.

Para mim, que já havia compreendido e aceitado a moral espírita como um guia [independente do fenômeno] foi como um sopro lógico, racional e irrefutável a acender a lâmpada da crença na existência do mundo espiritual.