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Viva o Brasil!

11/03/2015

“A ignorância é uma espécie de bênção.” disse John Lennon. Essa frase é usada por um personagem do filme Matrix [o traíra que vai entregar Morpheu em troca de voltar para a letargia do “mundo ficcional” e por uma vida fácil]. Essa é exatamente a mesma proposição dessas pessoas que insistem em não aceitar as regras do jogo democrático e que se preparam para ocupar as ruas pelo impeachment de Dilma, insatisfeitas com o mundo real e prontas para apunhalar a nação.

odioUsam o jargão do combate à corrupção como lema, atropelando grosseiramente o fato de que é exatamente no governo que tentam usurpar que se tornou possível a investigação livre e que [ao contrário das forças nebulosas que essa turba defende, que descaradamente mantiveram manietadas essas mesmas instituições] possibilitou milhares de “ações” [ao invés de poucas dezenas antes do governo Lula].

Não é por combate à corrupção que espumam, como se sabe, mas por outro motivo muito mais caro a seus brios: o empoderamento dos mais pobres.

Essas pessoas, todas elas, 100%, são contra toda e qualquer política integrativa e de inclusão que foram criadas nos governos Lula/Dilma. Negros, indígenas, agricultores, ciganos e ex-moradores de lixões nas universidades e em cursos antes ocupados pelos filhos das elites econômicas [como medicina, engenharias, direito, etc.]; planos como “Minha Casa, Minha Vida” [e outros planos complementares] que efetivamente tiraram milhões de pessoas do atoleiro sem fim do aluguel e moradia indesejada; Bolsa Família e sua extensa rede de ações complementares que empoderam milhões de pessoas ofertando-lhes dignidade.

Além disso, só a ignorância. Não a ignorância de que fala Lennon, mas a de que fala Aristóteles, a que causa todo o mal pela desconsideração do bem e que se é bom.

Quando se fizer necessário estarei também nas ruas. Não somente para defender um plano de poder diferente dos anteriores e mais inclusivo, mas para defender a democracia que tanto me faz bem.

O Mercado de Notícias

05/01/2015

omercadodenoticiasO #FilmedeHoje é o documentário “O Mercado de Notícias“, de Jorge Furtado. Filme imprescindível para ser exibido em todas as escolas e faculdades de comunicação do Brasil e do mundo. Trata a questão principal da atividade de jornalismo sem concessões.

O filme traz os depoimentos de treze importantes jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática de sua profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias, o futuro do jornalismo, e também sobre casos recentes da política brasileira, onde a cobertura da imprensa teve papel de grande destaque.

O surgimento do jornalismo, no século 17, é apresentado pelo humor da peça “O Mercado de Notícias”, escrita pelo dramaturgo inglês Ben Jonson em 1625. Trechos da comédia de Jonson, montada e encenada para a produção do filme, revelam sua espantosa visão crítica, capaz de perceber na imprensa de notícias, recém-nascida, uma invenção de grande poder e grandes riscos.

Um dos melhores momentos [que identifiquei como cereja no bolo] é o que faz uma investigação sobre o caso da bola de papel/Serra durante a campanha eleitoral em 2006, apresentando sólida sugestão da autoria do fato.

O filme serve perfeitamente como base para a discussão de toda uma formação acadêmica sobre ética no trabalho jornalístico.

O Mercado de Notícias (HD, 94 min, 2014)

Roteiro e Direção: Jorge Furtado
Produção Executiva: Nora Goulart
Montagem: Giba Assis Brasil
Direção de Fotografia: Alex Sernambi / Jacob Solitrenick
Direção de Arte: Fiapo Barth
Figurinos: Rosângela Cortinhas
Som Direto: Rafael Rodrigues
Música: Leo Henkin
Pesquisa: Bibiana Osório
Direção de Produção: Nicky Klöpsch
Assistente de Direção: Janaína Fischer
Coordenação de Finalização: Bel Merel
Estúdio de Som: Kiko Ferraz Studios
Animações: Rocket
Finalização: Cubo Filmes
Masterização DCP: Mistika
Site: Dobro Comunicação
Estratégia de Comunicação Digital: Zé Agripino e Babi Sonnewend

De Frei Betto: FAÇA NOVO O TEU ANO

29/12/2014

horizonte21Neste ano-novo, se faça novo, reduza a ansiedade, regue de ternura os sentimentos mais profundos, imprima a seus passos o ritmo das tartarugas e a leveza das garças.

Não se mire nos outros; a inveja mina a autoestima, fomenta o ressentimento e abre, no centro do coração, o buraco no qual se precipita o próprio invejoso.

Espelhe-se em si mesmo, assuma seus talentos, acredite em sua criatividade, abrace com amor sua singularidade. Evite, porém, o olhar narcísico. Seja solidário: estenda aos outros as mãos e oxigene a própria vida. Não seja refém de seu egoísmo.

Cuide do que fala. Não professe difamações e injúrias. O ódio destrói a quem odeia, não o odiado. Troque a maledicência pela benevolência. Comprometa-se a expressar alguns elogios por dia. Sua saúde espiritual agradecerá.

Não desperdice a existência hipnotizado pela TV ou navegando aleatoriamente pela internet, naufragado no turbilhão de imagens e informações que não consegue síntetizar. Não deixe que a sedução da mídia anule sua capacidade de discernir e o transforme em consumista compulsivo. A publicidade sugere felicidade e, no entanto, nada oferece senão prazeres momentâneos.

Centre sua vida em bens infinitos, nunca nos finitos. Leia muito, reflita, ouse buscar o silêncio neste mundo ruidoso. Lá encontrará a si mesmo e, com certeza, um Outro que vive em você e que quase nunca é escutado.

Cuide da saúde, mas sem a obsessão dos anoréticos e a compulsão dos que devoram alimentos com os olhos. Caminhe, pratique exercícios, sem descuidar de aceitar as suas rugas e não temer as marcas do tempo em seu corpo. Frequente também uma academia de malhar o espírito. E passe nele os cremes revitalizadores da generosidade e da compaixão.

Não dê importância ao que é fugaz, nem confunda o urgente com o prioritário. Não se deixe guiar pelos modismos. Faça como Sócrates, observe quantas coisas são oferecidas nas lojas que você não precisa para ser feliz. Jamais deixe passar um dia sem um momento de oração. Se você não tem fé, mergulhe em sua vida interior, ainda que por apenas cinco minutos.

Arranque de sua mente todos os preconceitos e, de suas atitudes, todas as discriminações. Seja tolerante, coloque-se no lugar do outro. Todo ser humano é o centro do Universo e morada viva de Deus. Antes, indague a si mesmo por que, às vezes, provoca nos outros antipatia, rejeição, desgosto. Revista-se de alegria e descontração. A vida é breve e, de definitivo, só conhece a morte.

Faça algo para preservar o meio ambiente, despoluir o ar e a água, reduzir o aquecimento global. Não utilize material que não seja biodegradável. Trate a natureza como aquilo que ela é de fato: a nossa mãe. Dela viemos e a ela voltaremos. Hoje, vivemos do beijo na boca que ela que nos dá continuamente: ao nutrir cada um de nós de oxigênio e alimentos.

Guarde um espaço em seu dia a dia para conectar-se com o Transcendente. Deixe que Deus acampe em sua subjetividade. Aprenda a fechar os olhos para ver melhor.

Feliz 2015!

Frei Betto é escritor, autor de “A arte de semear estrelas” (Rocco), entre outros livros.

Van da Luz

23/10/2014

Nós, os vagabundos iluminados, buscamos a iuminação de van…a van da luz.

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contatos imediatos

09/09/2014

Há vida fora do Facebook.

Isso vicia e dispersa.

Continuo com a conta aberta, mas gostaria de voltar a usar os contatos por e-mail.email

me sentindo assim…

07/06/2014

me sentindo assim...

leve sua luz

28/04/2014

leve sua luz

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